quarta-feira, 9 de novembro de 2016

sobre espreguiçadeiras

Sempre gostei de redes e espreguiçadeiras. Na falta de uma furadeira à mão para pendurar uma rede, escolhi uma cadeira de espreguiçar. Ironia ou não, ela chegou anteontem graças à inclinação do banco traseiro de um carro que não necessariamente foi feito para acomodar.


E aquela falta de medida que às vezes carrego comigo agora veio parar na minha varanda. Simbólico ou não, ela é um tantinho maior do que caberia e lembra um pouco os apertos e amarras da vida... às vezes um tanto maior do que deveriam.